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O caos transformador

“O que seria de mim sem o caos”, este é o quarto e último CD autoral do músico, compositor e cantor Vavá Ribeiro.

Adquiri o meu exemplar quando garanti a minha acessibilidade ao show comemorativo dos 30° ano da carreira artística deste ilustre oeirense havido, ontem (21.10.2021), no Teatro 04 de Setembro, em Teresina.

O autor de “Calmaria”, “Ancorado”, “Mais eu quero”, “Capital do sol do imperador” e de tantos outros sucessos Brasil afora, iniciou a sua jornada musical como percussionista na sua terra natal. Oeiras sempre foi celeiro de talentos.

Tendo sido adotadas as normas sanitárias em face da Covid-19, o memorável espetáculo contou com a participação dos convidados Anderson Rodrigues, Zé Quaresma, Soraya Castelo Branco, Flavio Moura, Luciano Santos, Adelino Frazão, Paula Milena, Janela Lateral e Luiz Paulo Cochá.

Artista consumado, subiu ao palco com a cabeleireira colorizada. Ao longo do show, arrancou aplausos da ávida plateia carente de eventos que tais.

Portador de um estilo musical inconfundível, a sua performance é bastante interativa.

Vaticino: as suas canções na voz na voz de intérpretes de expressão nacional, seria a garantia de arrebatado sucesso.

Ao final, Vavá recebeu no camarim amigos e admiradores, oportunidade em que autografou o seu precioso produto cultural, deixou-se ser fotografado pela sua legião de fãs.

No meu CD, grafou o seguinte e poético oferecimento: “Carlos Rubem, que o caos nos transforme em borboletas”. Gostei!

É um orgulho para Oeiras ter um filho que deixa aflorar sua refinada sensibilidade a cada obra concebida.

A classe artística do Piauí, com a retomada das atividades profissionais, tem muito o que oferecer ao distinto público.

Que venham novos e tão bem planejados eventos. Salvas de palmas para seus os patrocinadores e apoiadores, também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Carlos Rubem

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