Teoria das Janelas Quebradas

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Constituída na escola de Chicago por James Q. Wilson, cientista político, e George Kelling, psicólogo criminologista, em 1982, a Teoria das Janelas Quebradas explica que se alguma janela de uma fábrica for quebrada e não for imediatamente consertada, outras janelas serão quebradas, como se não existisse uma autoridade no local, dando direito aos vândalos fazerem o que querem.

Como nas situações cotidianas em que se vê lixos jogados nas ruas, fazendo com que os cidadãos que andam pelas ruas, joguem lixo no chão. Chega-se a conclusão que a desordem gera desordem.

Os estudiosos, tomando como base a Teoria das Janelas Quebradas, abandonaram dois automóveis iguais em locais diferentes, um no Bronx, periferia de Nova York e o outro no Palo Alto, zona nobre da Califórnia. Tinham o escopo de comparar as diferentes condutas das pessoas, já que pertenciam a classes sociais distintas.

Não deu outra, em poucas horas o carro que estava na periferia foi totalmente depredado, rodas foram furtadas, som, espelhos e o que não dava para vender, foi destruído. Na zona nobre, os pesquisadores se surpreenderam ao ver que depois de vários dias o carro estava intacto, sem nenhum arranhão.

Um deles quebrou as janelas do carro da zona nobre e o resultado foi o mesmo, o carro foi destruído, todas as peças aproveitáveis foram furtadas, assim como na zona periférica.

 

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