Vida e morte de Anne Frank

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Annelies Marie Frank foi uma garota vítima do nazismo que nasceu em junho de 1929, em Frankfurt, na Alemanha. Anne e a sua família, Otto Frank e de Edith Frank, seus pais, e sua irmã, Margot Frank, eram judeus.  Com a ascensão de Hitler na Alemanha, os pais se viram obrigados a deixar o país em busca de segurança. Se mudaram para Amsterdã, na Holanda, em 1933. A família Frank levava uma vida tranquila até que as tropas nazista invadiram a Holanda, em maio de 1940, com uma série de restrições aos judeus.

Em julho de 1942, Margot, irmã de Anne, foi convocada para um trabalho forçado na Alemanha. Mesmo ano que Anne completa 13 anos e ganha um diário de presente de aniversário. Imediatamente, a família se muda para um anexo secreto que existia na fábrica onde o pai de Anne trabalhava.

Eles viveram por mais de dois anos no anexo e dividiram o espaço com mais quatro pessoas. Anne Frank relatou tudo que viveu em seu diário, a sua rotina, sua alimentação, seus desejos de se tornar uma escritora, amizade, amor, o sofrimento de viver sem sair do anexo.

Em agosto de 1944, policiais invadiram o anexo e todos foram presos e distribuídos em campos de concentração nazista. Em 1945, Anne morre aos 15 anos de fome e doença no campo de concentração de Bergen-Belsen.

Otto Frank  foi o único sobrevivente das oito pessoas que viveram no anexo. Ele foi o responsável pela publicação do diário de Anne, em 1947. O Diário de Anne Frank foi traduzido em 70 idiomas e publicado em mais de 60 países.

O anexo secreto onde a família se escondeu virou o Museu Anne Frank, fundado em 1960.

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