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TV Record mostra reportagem na “Caverna da Fumaça “ em Assunção do Piauí

Uma equipe da TV Record de São Paulo, liderada pelo Jornalista e apresentador do Balanço Geral-SP, Geraldo Luiz, esteve no município de Assunção no sábado, 01 de dezembro, realizando reportagem diretamente da “Caverna da Fumaça”, na comunidade “Brejinho”, localizado a 4 km da sede.  A reportagem foi veiculada nesta terça-feira, 11 no programa Balanço Geral.

Entenda o fato

O fenômeno, de acordo com populares da região, teria surgido há cerca de dois meses e tem atraído muitos curiosos ao local.

“Há vários dias a população de Assunção está apreensiva e com medo, porque não sabe de onde vem a fumaça”, conta Iderlon Lima, morador da região.

Além da fumaça, entre as pedras da caverna, os moradores da cidade também encontraram uma espécie de cera que tem cheiro forte. “É como se fosse uma cera amarela, que tem cheiro de borracha queimada”, acrescenta Lima.

De acordo com o geólogo José Sidney Barros, ainda não é possível afirmar com precisão as causas da fumaça que aparece no local. “As probabilidades são várias dependendo do tipo de gás, localização da caverna e dos processos envolvidos. Como a região tem uma formação rochosa chamada de ‘Serra Grande’, que é composta por arenito e conglomerados, há indícios de algum teor de óleo e gás, segundo pesquisas realizadas pela própria Petrobrás. Por isso, a gente tem algumas possibilidades que podem justificar o aparecimento desse fenômeno”, explica.

Ainda segundo Barros, a potencialidade petrolífera de uma região depende da existência, extensão e espessura da camada sedimentar. “A Bacia do Parnaíba tem mais de três mil metros de espessura de sedimentos, portanto, é um ambiente adequado para a produção e acumulação desse material”, diz o geólogo.

José Sidney Barros descarta a possibilidade de presença de vulcanismo, já que o Piauí está em uma plataforma estável. Contudo, o geólogo explica que gases provenientes de profundidade sempre têm um conteúdo de metano, enxofre, ácido sufídrico, e que podem causar reações alérgicas ou alguma intoxicação.

“Na próxima semana iremos à região para coletar os gases, rochas, solo e tentar dar um diagnóstico mais seguro e concreto sobre o fenômeno. Mas de já recomendamos que a população na permaneça muito tempo em contato com os gases”, conclui Barros.

Com informações do G1 Piauí.

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