Tomei conhecimento, há pouco, via redes sociais, do pedido apresentado, recentemente, pela prefeita de Piripiri, Jove Oliveira, ao Ministro da Educação, Camilo Santana, visando a criação de um Campus Universitário da UFPI, naquela cidade, acompanhada de lideranças políticas, a saber: senador Wellington Dias e do Deputado Federal Flávio Nogueira, além de técnicos do MEC.
De imediato, mandei mensagem, pelo WhatsApp, ao caríssimo conterrâneo W. Dias e que pode ser estendida a quem interessar possa ou em quem a carapuça possa assentar.
A Mãe Ó (Aurora Campos), querida tia, de imperecível memória, analisando certos fatos comunitários, era cirúrgica: — Eita, Oeiras não tem mais homem, comentava.
Eis a minha indignação vazada nos termos seguintes:
“Meu prezado conterrâneo W. Dias
Parabéns pela sua articulação política visando dotar Piripiri de um Campus da UFPI.
O ansiado Campus da UFPI, em Oeiras, antigo pleito que remonta há duas décadas, no mínimo, embora tenha sido esse sonho explorado durante a última campanha eleitoral por diversos postulantes a cargos eletivos municipais e representantes populares na esfera estadual e federal, nunca teve elaborado projeto atualizando-se essa transcendental e merecida demanda coletiva e nem encontrou nenhum padrinho que queira, de verdade, obter esse elevado cometimento.
“Res non verba”! Isto é, “fatos, não palavras”. Enfatize-se que ações e resultados são mais importantes do que meros discursos ou promessas.
Apesar do patente descaso, Oeiras não se rende!”
Afinal, a velha urbe — tricentenária —, pelo seu intrínseco valor no contexto nacional, é maior do que seus filhos, visitantes e admiradores.







