Teresina segue em alerta contra dengue

Teresina registra 558 casos de dengue e mantém alerta com chuvas

Período chuvoso aumenta risco e exige reforço na prevenção

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Aedes aegypti é o mosquito responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika
Foto: Banco de dados/Reprodução

Teresina registrou 558 casos confirmados de dengue entre 1º de janeiro e 23 de março de 2026, segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS). Apesar de uma redução de 6,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 594 casos, a capital segue em alerta devido ao período chuvoso, que favorece a proliferação do mosquito transmissor.

Capital do Piauí mantém vigilância contra o Aedes aegypti

De acordo com a FMS, o aumento das chuvas eleva o risco de surgimento de focos do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika. No mesmo período, também foram confirmados 39 casos de chikungunya na capital.

A gerente de Epidemiologia da FMS, Amparo Salmito, alerta que a doença pode evoluir de formas diferentes em cada paciente, podendo variar de quadros leves a graves.

“A dengue pode evoluir para formas mais graves e não é possível prever. Por isso, é fundamental manter os cuidados”, destacou.

Sintomas exigem atenção e diagnóstico precoce

Os principais sintomas da dengue incluem febre alta repentina, dor no corpo e nas articulações, fraqueza, dor de cabeça e dor atrás dos olhos, considerada um dos sinais mais frequentes relatados por pacientes.

Diante dos primeiros sintomas, a orientação é procurar atendimento médico imediato para evitar complicações.

Hidratação é essencial durante o tratamento

Não há tratamento específico para a dengue. O cuidado é baseado em hidratação constante, repouso e acompanhamento médico.

Segundo a especialista, a ingestão de líquidos ajuda a reduzir os riscos de agravamento do quadro.

“Hidratar bem é fundamental para diminuir a gravidade da doença”, reforçou Amparo Salmito.

Prevenção começa dentro de casa

A principal forma de evitar a dengue é eliminar locais com água parada, que servem de criadouros para o mosquito. Entre as medidas recomendadas estão manter caixas-d’água fechadas, evitar acúmulo de lixo, guardar garrafas de cabeça para baixo e limpar reservatórios.

A FMS também chama atenção para objetos que passam despercebidos, como climatizadores, que podem acumular água e se tornar focos do mosquito.

Fonte: G1 Piauí.

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