O Google não vai remover do YouTube o vídeo sobre Maomé que tem motivado protestos anti-EUA no Egito e na Líbia. Ao invés disso, a empresa bloqueou o acesso à produção apenas nos dois países.
Trata-se do clipe de um filme em que o profeta é retratado como fraude e mulherengo, segundo a Reuters. A criação gerou ataques a embaixadas norte-americanas no Cairo, Iêmen e Líbia, causando inclusive a morte do embaixador que ficava na Líbia, Christopher Stevens, e de outros três diplomatas, na última terça-feira, 11.
“Este vídeo – que está amplamente disponível na web – está claramente dentro de nossas diretrizes e, portanto, vai permanecer no YouTube”, informou o Google em comunicado. “No entanto, dada a situação muito difícil na Líbia e no Egito, nós restringimos temporariamente o acesso em ambos os países.”
A peça de 14 minutos retrata o trailer do filme “Innocence of Muslim” (A Inocência dos Muçulmanos), sobre um homem que se diz judeu israelense e que mora na California.
Olhar Digital





