Um casal foi encontrado morto e enterrado em um matagal no residencial Dilma Rousseff, em Teresina (PI). O marido da vítima, Ermeson Sousa, conhecido como “Terrorista”, confessou o crime e apontou mais quatro comparsas, incluindo um adolescente. A motivação seria uma suposta traição da esposa.
O bárbaro crime chocou a capital piauiense. Segundo a Polícia Civil, Maria Gleycilene Rego Mendonça e Davidson Ryan da Silva Castro foram executados com disparos de arma de fogo na cabeça e ocultados em uma cova rasa. As investigações apontam que o casal mantinha um relacionamento extraconjugal e que o marido não aceitava a traição.
O delegado Baretta, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), revelou que os três envolvidos faziam parte de uma facção criminosa e tinham uma relação de proximidade. “Eles frequentavam a casa um do outro, usavam drogas e discutiam com frequência”, disse o delegado.
A polícia acredita que o crime ocorreu na manhã de quinta-feira (26), após uma discussão acalorada entre o casal. Ermeson teria induzido a esposa a sair de casa e, em seguida, a executou junto com o amante.
Prisões e apreensões
Além de Ermeson, outros dois suspeitos foram presos e conduzidos à Central de Flagrantes de Teresina. Um deles confessou sua participação no crime e forneceu detalhes sobre a dinâmica da execução. Durante as prisões, a polícia apreendeu celulares, dinheiro e drogas.
Passado criminal
A vítima, Maria Gleycilene, já tinha passagem pela polícia por receptação e adulteração de sinal identificador de veículo. Ela estava com um mandado de prisão em aberto por descumprimento de medidas cautelares.
Informações do site Cidade Verde







