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“Estou mal”, revelou Firmino Filho para chefe três dias antes de morrer

GP1 teve acesso ao processo de mais de 500 páginas da investigação acerca da morte do ex-prefeito de Teresina, Firmino Filho, que foi arquivado pelo juiz Valdemir Ferreira Santos, que também decretou a quebra de sigilo do inquérito policial, liberando assim, para publicidade, todos os depoimentos prestados no âmbito da investigação.

No transcorrer do procedimento, a Polícia Civil do Piauí, por meio do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), ouviu 17 pessoas, dentre elas, a esposa do ex-prefeito, deputada Lucy Soares, a filha Bárbara da Silveira Soares, o filho Bruno da Silveira Soares, e a então chefe de Firmino no Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Lúcia Epaminonda. O depoimento de Ana Lúcia foi um dos mais reveladores, onde ela narra que, em conversas com o ex-prefeito ele afirmava estar “muito mal”, tendo admitido inclusive estar com depressão desde dezembro do ano passado.

A polícia ouviu ainda oito funcionários do TCU, sete que estavam presentes no prédio no momento da morte de Firmino, e outro com quem o ex-prefeito entrou em contato a respeito de uma licença médica.

Também foram ouvidos um advogado que também estava no TCU na ocasião, um personal trainer, a secretária e o vigilante da casa de Firmino, além do médico do ex-prefeito, Marcelo Martins, que foi chamado para depor, mas nada declarou, alegando estar proibido de prestar qualquer esclarecimento sobre fatos envolvendo a relação médico e paciente, conforme o Código de Ética Médica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: GP1

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