O Ministério da Justiça e Segurança Pública elevou de 14 para 16 anos a classificação indicativa do YouTube no Brasil. A decisão foi publicada na terça-feira (5) e faz parte da regulamentação do ECA Digital, em vigor desde 17 de março.
A mudança não impede automaticamente o acesso de adolescentes mais novos, mas exige que a plataforma informe que o serviço não é recomendado para menores de 16 anos.
Segundo o governo, a análise considerou a presença de conteúdos com linguagem imprópria, violência intensa, temas sexuais e referências ao uso de drogas. Também foram avaliados recursos como reprodução automática, rolagem infinita, comentários e chats ao vivo.
A plataforma tem prazo de 10 dias para recorrer da decisão. Outras redes sociais também passaram por reclassificação desde a entrada em vigor das novas regras digitais.




