As imersões do Programa de Sustentabilidade e Inclusão (PSI) avançam em comunidades rurais de Oeiras, no Piauí, com equipes técnicas atuando diretamente no campo para mapear a realidade das famílias beneficiárias. A iniciativa ocorre simultaneamente em diferentes localidades, ampliando o alcance das ações no território.
O trabalho busca fortalecer o atendimento às famílias por meio de um diagnóstico detalhado das condições produtivas e sociais. A partir desse levantamento, será possível estruturar estratégias mais eficientes e alinhadas às necessidades locais, com impacto direto na geração de renda e na sustentabilidade das atividades rurais.
As equipes estão distribuídas no Assentamento Nova Terra e no Assentamento Barriguda, em Oeiras, além da Comunidade Quilombola de Cepisa, em São João da Varjota, e na Associação de Produtores Agroecológicos de Colônia do Piauí. Nessas áreas, os técnicos realizam visitas, entrevistas e análises participativas com os moradores.
O processo inclui a leitura da realidade local, considerando aspectos produtivos, ambientais e socioeconômicos. Essa etapa é considerada estratégica para garantir que as ações futuras do programa sejam baseadas em dados concretos e construídas em conjunto com as famílias atendidas.
A principal meta é desenvolver o Plano de Adaptação Produtiva, ferramenta que orienta melhorias nas atividades agrícolas e fortalece a resiliência das comunidades. A abordagem participativa também contribui para o engajamento dos beneficiários e para a construção de soluções mais eficazes.
Especialistas apontam que iniciativas como essa ampliam a eficiência das políticas públicas no meio rural ao conectar planejamento técnico com o conhecimento local. Esse modelo tende a gerar resultados mais consistentes e duradouros, além de estimular o desenvolvimento regional.














