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Interdição de trecho da BR-343 deve durar cerca de 15 dias

A obra no km 340,7 da BR-343, no trecho que liga Teresina ao município de Altos, próximo à pousada Gurupi, deverá durar cerca de 15 dias. O principal problema foi a abertura de uma cratera no acostamento. Por conta da erosão que ameaça tomar conta de toda a pista, o DER e a PRF decidiram interditar por completo os dois sentidos do trecho que pertence ao KM-340.7 da BR-343.

O prazo para liberação total do trecho, no entanto, depende das chuvas. Somente os moradores dos condomínios localizados nas proximidades terão aceso liberado. No início da tarde desta quinta-feira, o alagamento na região estava menor, mas dentro do condomínio Mirante do Lago ainda havia muita água represada.

Para quem sai de Teresina, o desvio sugerido pela PRF é o seguinte: na BR 343 (segue até a rotatória do Motel Afrodite) – vira a direita na Av. Joaquim Nelson – faz o 1º retorno voltando em sentido a BR 343 e logo após um posto de combustível vira à direita – Av. Mirtes Melão (Avenida do Cemitério Jardim da Ressurreição) – segue até o final desta avenida – vira à esquerda na Av. Prof. Camilo Filho – segue até a rotatória da Usina Santana/BR 343 e vira à direita retornando a BR 343.

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Técnicos e engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagens do Piaui (DER) estão desde as primeiras horas da manha desta quinta (09) avaliando quais as medidas serão adotadas. Após analise, os engenheiros do DER e da construtora responsável decidiram que no trecho rompido será aberto uma espécie de aterro para escoar a água acumulada e, em seguida, será implantar um novo bueiro com maior dimensão para facilitar o escoamento da água.


 


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Jose Dias, diretor Geral do DER informou que o processo aqui será iniciado com a limpeza da área inundada. “Em seguida, a pista deverá ser cortada na extensão necessária para que possamos colocar um novo bueiro triplo que facilite a vazão da água”, explicou Jose Dias.

Mesmo a rodovia sendo de responsabilidade do DNIT, houve entendimento entre o governo do Estado e o governo Federal. Por causa desse novo convênio, o DER passou a ser o responsável pela parte de manutenção da BR.

Fonte: DER

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