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Jornalista Arimatéia Azevedo e advogado são presos pela Polícia Civil

O jornalista Arimatéia Azevedo, proprietário do Portal AZ, foi preso novamente pela Polícia Civil do Piauí nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (07) em casa, no bairro Todos os Santos, zona sudeste de Teresina em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Valdemir Ferreira Santos, da Central de Inquéritos.

Além do jornalista, o advogado e ouvidor geral do município de São Raimundo Nonato, Rony Samuel de Negreiros Nunes também foi preso. A prisão dele foi feita pela Polícia Rodoviária Federal na cidade de Floriano, após contato com a Polícia Civil, em cumprimento a mandado de prisão temporária. Ele foi candidato a vereador nas eleições de 2020 e ficou como suplente.

GP1 apurou que a acusação envolve o crime de extorsão contra um empresário do ramo de distribuição de medicamentos. O inquérito é presidido pelo delegado Anchieta Nery, da Delegacia de Crimes de Informática. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar nos endereços do jornalista e advogado.

Após ser preso, Arimatéia foi encaminhado direto para a audiência de custódia.

Preso em 2020

O jornalista Arimatéia Azevedo já havia sido preso em junho do ano passado pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO), durante cumprimento de um mandado de prisão preventiva por crime de extorsão qualificada, expedido pelo juiz da Central de Inquéritos, Valdemir Ferreira Santos.

De acordo com a ação que resultou na prisão do ano passado, o jornalista é acusado de ter extorquindo um médico da Capital, publicando notícias contra o profissional, que depois de várias tentativas acabou cedendo e realizou o pagamento de R$ 20 mil em dinheiro a um homem de confiança de Arimatéia Azevedo, identificado como Francisco de Assis Barreto, professor da UESPI, que também acabou sendo preso por força de um mandado de prisão preventiva.

Arimatéia foi solto em novembro do ano passado depois de ter a prisão revogada pela 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Esse processo ainda está tramitando na 8ª Vara Criminal de Teresina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: GP1

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