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Polícia

Jornalista Tony Trindade é preso pela Polícia Federal no Piauí

A Polícia Federal prendeu o jornalista Tony Trindade na manhã desta terça-feira, 18, em sua residência, localizada na zona sul de Teresina. Ele é o principal alvo da “Operação Acesso Negado”, deflagrada hoje. Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido no sítio do jornalista, na cidade de Monsenhor Gil.

A operação investiga atos ilegais de intervenção e embaraçamento a Operação Delivery que apura desvio de recursos públicos do Fundeb destinado ao município de União. Vale destacar que Tony Trindade presta assessoria ao prefeito Paulo Henrique, do município de União.

Atuação

Atualmente o jornalista Tony Trindade é o âncora dos Programas Alerta Geral e Tribuna Piauí, transmitidos pela Band Piauí. Ele também é proprietário da produtora TP Propaganda, que atua no ramo publicitário.

Experiente, Tony iniciou a carreira jornalística aos 16 anos e, desde então, teve passagens por diversos meios de comunicação do Estado.

Operação Acesso Negado

Tony Trindade foi alvo de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão. Além dele, um escritório de advocacia, que não teve o nome revelado, também foi alvo de busca dos agentes da Polícia Federal na manhã de hoje.

Desdobramento da Operação Delivery

De acordo com a PF, durante a Operação Delivery foram identificados atos escusos relacionados a encontros obscuros com agentes públicos com o objetivo de obter informações sigilosas, acesso indevido a processo judicial sigiloso, convergência e manipulação de versões, atos intimidatórios no sentido de frustrar a investigação policial, dentre outros fatos.

O objetivo do cumprimento das medidas judiciais é colher elementos materiais de prova e que identifiquem terceiros responsáveis por fornecer indevidamente informações de caráter sigiloso.

Os investigados poderão responder, na medida de suas culpabilidades, pelo crime de embaraço a investigação policial de crime praticado por organização criminosa (art. 2º, §1º da lei 12.850/13) cuja pena pode chegar a 8 anos de reclusão.

O nome da operação faz referência à conduta daqueles que obtém acesso ilegal a informações resguardadas pelo sigilo.

Veja o mandado de prisão na íntegra abaixo ou clicando aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: GP1

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