A ex-deputada federal e ex-vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho (PP), declarou em entrevista ao site GP1 nesta segunda-feira (21) que viveu situação semelhante à enfrentada atualmente por Themistocles Filho (MDB), envolvendo a condução do Partido dos Trabalhadores (PT) nas articulações eleitorais.
Segundo Margarete, o PT adotou com ela, em eleições passadas, a mesma postura que estaria adotando agora com o presidente da Assembleia Legislativa do Piauí. Ela afirmou que o partido não cumpre compromissos assumidos com aliados e que a prática vem se repetindo em diferentes momentos da política estadual.
A fala de Margarete ocorre em meio a tensões entre o PT e o MDB em torno da sucessão ao governo estadual em 2026. Themistocles, cotado como possível cabeça de chapa em uma composição com o PT, estaria sendo preterido nas articulações internas da sigla, o que gerou insatisfação entre lideranças emedebistas.
Margarete relembrou que, na época em que integrava a base do então governador Wellington Dias (PT), foi afastada das articulações de poder apesar de compromissos firmados anteriormente. Para ela, o histórico de exclusão de aliados em decisões estratégicas enfraquece a confiança na condução da legenda.
A declaração reforça o clima de desconfiança entre partidos aliados e acirra o debate interno sobre a montagem das chapas majoritárias para as eleições de 2026 no estado.
Informações Gp1







