A Seleção Brasileira chega à Copa do Mundo de 2026 cercada pela expectativa de encontrar um novo protagonista capaz de marcar época no torneio. A avaliação é do jornalista Robson Morelli, que afirmou que o país vive um longo período sem produzir heróis em Mundiais.
Durante participação no programa Corneta Metrópoles, nesta sexta-feira (12), Morelli destacou que Vinícius Júnior terá um papel central na equipe e carregará grande parte da responsabilidade de liderar o Brasil na competição.
Segundo o comentarista, o atacante do Real Madrid entra na Copa com o peso das expectativas criadas após ser reconhecido como um dos principais jogadores do futebol mundial. Para ele, o camisa da Seleção sabe que os torcedores esperam dele as jogadas decisivas e o protagonismo em momentos importantes.
Morelli observou ainda que, nos últimos Mundiais, o Brasil acumulou eliminações marcantes sem conseguir transformar seus principais atletas em referências históricas da competição. Na visão do jornalista, o país produziu mais personagens associados às derrotas do que nomes lembrados por conquistas.
Entre os jogadores que podem mudar esse cenário, ele apontou Vinícius Júnior e Endrick como os principais candidatos a assumir o papel de heróis da Seleção. Neymar também foi citado como um atleta que ainda tem a oportunidade de buscar uma trajetória de redenção vestindo a camisa brasileira.
O comentarista avaliou que o camisa 10 acabou sendo associado aos fracassos recentes da equipe nacional, apesar de considerar que parte das críticas recebidas pelo jogador foi excessiva.
Ao relembrar os últimos grandes protagonistas brasileiros em Copas do Mundo, Morelli mencionou Ronaldo, Rivaldo, Romário e Bebeto como referências de uma geração que marcou a história da Seleção. Para ele, desde então, o futebol brasileiro ainda procura um novo nome capaz de deixar sua marca em um Mundial.







