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“Não obteremos um governo mundial tão rapidamente”, pressupõe teólogo

Propostas e sugestões sobre um governo único mundial têm sido aventadas para o combate à pandemia de coronavírus e são entendidas por muitos estudiosos como preparação do governo do Anticristo.  Para o teólogo e colunista do Gospel Prime, um futuro governo mundial seria “fruto de um acordo relativista oriundo de uma perspectiva pós-moderna de nossa sociedade ocidental”.  Conforme a reportagem do site Gospel Prime.

Citando o islamismo como uma religião que ensina “essencialmente a submissão”, ele explica que o governo único pode ser fruto de imposição através de guerras ou pressões políticas, colocando governos contrários “no cabresto”.

“Guerras civis onde grupos ideológicos e de diversas matizes proclamarão guerra às soberanias nacionais e guerras econômicas, onde governos vão reagir às pressões externas se fechando para nações com ideologias contrárias”, pontua.

pensamento escapista, por outro lado, acabou criando uma mentalidade triunfalista “que acredita num mundo que vai melhorar cada vez mais e que tal melhora viria por meio de avivamentos”.

Em sua perspectiva, a igreja deve lutar pelas liberdades individuais e de expressão, mas é importante entender que “a liberdade que buscamos não é a mesma que o mundo busca”.

Salienta, contudo, que “sobriedade é necessária, pois no fim das contas – a expressão do amor está na cruz – e se amarmos como Jesus amou e não como o mundo ama – teremos uma caridade que diz não a idolatria do indivíduo e do Estado – e dessa forma – os idólatras tanto da direita quanto da esquerda vão nos perseguir e matar”.

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