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Polícia

Tenente da PM e mais 4 são presos suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de armas

O Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) efetuou na manhã desta quarta-feira(18) a prisão de cinco pessoas suspeitas de envolvimento com uma organização que realiza a prática de comércio ilegal de armas de fogo em Teresina e cidades vizinhas. Um tenente da PM e um vigilante estão entre os supostos envolvidos.

Foram presos Juvenal Gomes de Brito, apontado como líder da organização; Marcelo Matos Costa, vigilante de uma empresa de segurança; Carlos Alberto Moraes Machado, servidor terceirizado do TJPI; Tiago Gomes de Azevedo e um tenente da Polícia Militar do Piauí, que foi liberado após pagar fiança.

Ainda durante a ação, foram apreendidas 6 armas de fogo e munições. Além de aparelhos de celular.

De acordo com o delegado Tales Gomes, coordenador do Grupo de Repressão ao Crime Organizado(GRECO) a organização fornecia armas para pessoas que realizavam crimes, como homicídios e roubos.

“Das cinco pessoas que foram presas, três delas estavam fomentando o comércio de armas de fogo em Teresina. As outras duas, incluindo o tenente da Polícia Militar, estavam em posse de armas ilegais o que deu ensejo a lavratura de prisão em flagrante“, explicou o delegado Tales Gomes.

Tenente da PM e mais 4 são presos suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de armas 2

Ainda de acordo com o coordenador do Greco, as armas apreendidas não possuem registro e algumas estavam com a numeração adulterada.

“É uma ação que a gente visa tirar de circulação, principalmente o Juvenal, que é um dos presos. É um homem de certa idade que já responde a procedimentos relacionados a venda de arma. Agora conseguimos materializar essas informações”, destacou.

Dos cinco presos, quatro devem ser encaminhados ao sistema prisional ainda hoje. Apenas o Tenente da Polícia Militar foi liberado após pagar fiança e contribuir com as investigações.

Os trabalhos de investigação devem continuar sendo realizados nos próximos dias para tentar identificar outros possíveis membros da organização ou pessoas que compraram armas ilegalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Cidade Verde

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