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Vacina de Oxford pode demorar um mês para ficar disponível no Brasil

A notícia de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a Fiocruz a importar 2 milhões de doses da vacina Covid-19 dos laboratórios da Universidade de Oxford e da AstraZeneca não significa que a vacina será aplicada nos próximos dias. Ao contrário: para seguir uma série de burocracias e procedimentos, as vacinações dos brasileiros podem ser adiadas para o final de janeiro ou início de fevereiro.

A Anvisa autoriza apenas importações. A Fiocruz não solicitou formalmente o uso emergencial da vacina ao órgão. Com este pedido, somado aos documentos exigidos pelo laboratório, a Anvisa tem até dez dias para emitir esta autorização. Na segunda-feira (4), um técnico da Fiocruz terá reunião com a equipe da agência para tirar a dúvida final sobre os documentos necessários.

A Fiocruz afirmou em nota enviada à imprensa neste domingo (3) que o pedido de autorização de uso emergencial “será formalmente encaminhado à Anvisa nesta semana”. Nessa ordem, o laboratório deve informar quantas doses serão aplicadas e em quais populações. De acordo com as especificações, os agentes podem ter até dez dias para emitir as licenças. No entanto, a equipe técnica da agência acredita que isso será concluído em menos de 10 dias, pois o diálogo entre o laboratório e a Anvisa tem sido muito tranquilo.

Em entrevista à CNN no sábado (2), Krieger disse que as inscrições regulares são feitas paralelamente e podem ser concluídas em qualquer hipótese. A Fiocruz destacou na mesma nota deste domingo que o prazo de validade para os pedidos de registro definitivo é 15 de janeiro.

Com informações do Jornal o Globo

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