Brancos e negros oram juntos após ataque em Dallas, rompendo segregação racial

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Sargento Paul Hinton ora com manifestantes do grupo "Black Lives Matter" em Dallas. Hinton disse: "Nós não somos pretos ou brancos ou hispânicos". (Foto: CNN).

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Em meio a um cenário acalorado por manifestações nos Estados Unidos contra os últimos acontecimentos que envolve a morte de dois homens negros pelas mãos da polícia, um vídeo mostrou uma atitude diferente. A CNN publicou em sua fanpage oficial um registro do encontro de dois grupos rivais que protestavam nas ruas de Dallas. O encontro das duas bases poderia ser desastroso, mas não foi.

“Nós não somos pretos ou brancos ou hispânicos”, disse o Sargento Paul Hinton ao orar juntamente com manifestantes do grupo “Black Lives Matter” em Dallas.

Nos últimos dias, a multidão tem protestado principalmente contra as crescentes divisões nacionais sobre a aplicação da lei em relação a “raça” das pessoas. Para além da morte dos homens negos, a polícia e os líderes políticos condenaram os recentes assassinatos de cinco oficiais em Dallas (EUA).

Um chefe de polícia se referiu aos manifestantes do grupo “Black Lives Matter” como “criminosos”, enquanto um ex-líder da aplicação da lei disse que o Estados Unidos está “sentado em um barril de pólvora”.

Apesar das pessoas que correram para as igrejas em Dallas e em outras cidades, e os americanos que tentaram entender o cenário violento da semana passada, manifestações tomam as ruas de novo.

Sargento Paul Hinton ora com manifestantes do grupo "Black Lives Matter" em Dallas. Hinton disse: "Nós não somos pretos ou brancos ou hispânicos". (Foto: CNN).
Sargento Paul Hinton ora com manifestantes do grupo “Black Lives Matter” em Dallas. Hinton disse: “Nós não somos pretos ou brancos ou hispânicos”. (Foto: CNN).

A trégua momentânea sobre guerras políticas da nação também terminou. A Casa Branca anunciou que o presidente Obama vai viajar para Dallas na terça-feira (12) para falar em um culto memorial para os agentes que foram mortos.

Mas alguns questionaram por que o primeiro presidente afro-americano da nação também não foi visitar Louisiana e Minnesota, onde dois homens negros foram mortos pela polícia na semana passada.

No vídeo publicado pela CNN, quando os dois grupos se encontraram, houve uma reação de afeto e união. Eles se abraçaram, declararam palavras de unidade e até oraram juntos.

 

Fonte: Guiame

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