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Anitta avalia governo Bolsonaro e apoia descriminalização do aborto

Muito questionada sobre suas posições políticas nas eleições de 2018, Anitta decidiu abrir o jogo. Em entrevista à revista Marie Claire, a dona da voz de ‘Fuego’ fez uma avaliação do governo de Jair Bolsonaro e afirmou ser favorável à descriminalização do aborto, mas garantiu que não se submeteria ao procedimento. O bate-papo foi publicado na quarta-feira (31/07).

Questionada sobre seu voto nas eleições presidenciais, Anitta disse que participou apenas no primeiro turno e fez mistério ao dizer que o candidato dela não venceu, ou seja não foi Bolsonaro – como muitos apontaram à época.

“Só votei no primeiro turno, no segundo estava em Miami trabalhando. Quem escolhi, não ganhou”, explicou, acrescentando sua avaliação sobre a gestão de Bolsonaro: “Acho que é muito cedo para dizer se a gente está feliz, porque [o novo governo] começou agora. Entendo os motivos das pessoas de terem escolhido quem escolheram e também entendo quem não fez essa escolha”.

Anitta ainda defendeu que, apesar das diferenças, acredita ser importante torcer pelo país: “Acho que independentemente de quem ganhou, do que está sendo feito, a gente tem que torcer para dar tudo certo. Então estou torcendo para dar tudo certo no nosso país, muito preocupada com a causa ambiental. [Mas o atual governo está sendo muito criticado por ambientalistas por suas ações nessa esfera] É, não tem nem como eu fugir dessa pergunta ou ser meio termo, realmente não”.

Aborto e descriminalização

Perguntada sobre a vontade de ter filhos, Anitta contou ter vontade de adotar e refletiu sobre aborto. “Quero ter vários, muitos. Gosto de casa cheia. Quero adotar também. Só que é um plano para depois. Se acontecesse de engravidar agora, paciência. Não abortaria pelas minhas crenças religiosas”, afirmou. “Sou espírita, acredito em questões de reencarnação, carma etc. E também não teria motivo [para abortar], sou saudável, tenho como sustentar. Mas defendo a descriminalização, total. Acho que as pessoas têm que ter o direito de agir conforme as crenças delas. Não é porque acredito em X que todo mundo tem que acreditar igual. Acho que quem não está a fim de ter um filho precisa ter a opção de fazer isso com segurança. Apoio a liberdade de escolha”, concluiu.

 

 

 

Fonte: 180 Graus com informações da Revista Cifras

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