Cabo preso após ameaças à ex

Cabo da Polícia Militar é preso após denúncia de violência contra ex em Teresina

Policial militar é investigado por ameaças, danos ao patrimônio da vítima e descumprimento de medida protetiva na capital piauiense.

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Cabo da PM é preso em Teresina suspeito de ameaçar ex-namorada no local de trabalho e quebrar notebook e câmeras
Foto: Reprodução

Na terça-feira (23), um cabo da Polícia Militar do Piauí foi preso em Teresina suspeito de ameaçar a ex-namorada, causar danos materiais no local de trabalho dela e descumprir uma medida protetiva solicitada pela vítima. O caso ocorreu na região central da capital.

De acordo com a denúncia, Sammuel Fabrício Torres de Oliveira Silva, de 38 anos, não teria aceitado o fim do relacionamento e passou a intimidar a ex-companheira por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp e também por transferências via Pix com conteúdos de ameaça.

Ainda conforme o relato da vítima, o policial foi até o ambiente de trabalho dela, onde teria quebrado um notebook, danificado câmeras de segurança e causado prejuízos ao veículo utilizado pela mulher. Após a saída do suspeito do local, a vítima procurou a polícia e registrou a ocorrência.

No dia seguinte, equipes policiais foram até a residência do cabo para apurar a denúncia e informar sobre o descumprimento da medida protetiva. Segundo a Polícia Militar do Piauí, ao chegarem ao imóvel, os agentes encontraram o suspeito em aparente surto psicótico.

Durante a ação, o homem resistiu à abordagem e chegou a fazer ameaças contra a própria vida. Diante da situação, negociadores especializados foram acionados para conduzir o diálogo e conseguir a rendição do policial sem necessidade de confronto.

Além da ocorrência envolvendo a ex-namorada, o cabo também é alvo de outras investigações. Entre elas, estão suspeitas relacionadas a um disparo de arma de fogo contra o próprio pai e episódios envolvendo acidentes de trânsito após perda de controle de veículo.

Após a prisão, o policial foi encaminhado à Casa da Mulher Brasileira e, posteriormente, levado ao Instituto Médico Legal para realização de exame de corpo de delito. Ele permanece recolhido no Presídio Militar, onde segue à disposição da Justiça enquanto o caso continua sob investigação das autoridades competentes.

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