Nicole descarta política

Nicole Bahls diz que não pretende entrar na política após citar caso Marielle

Influenciadora afirmou que não pretende disputar cargos públicos e mencionou o caso Marielle Franco durante entrevista.

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Foto: Divulgação

A influenciadora Nicole Bahls, de 40 anos, afirmou que não se vê atuando na política por causa dos riscos enfrentados por quem ocupa cargos públicos. A declaração foi feita durante participação no podcast comandado pela deputada federal Erika Hilton, exibido nesta semana.

Ao falar sobre temas ligados à gestão pública, Nicole disse que costuma apoiar pautas voltadas à melhoria da saúde, da educação e das condições de vida da população mais vulnerável. Segundo ela, sua posição está alinhada à defesa de trabalhadores e de pessoas que dependem de serviços públicos de qualidade.

Durante a conversa, a influenciadora reconheceu que ainda não possui conhecimento suficiente para aprofundar debates políticos. Em tom descontraído, afirmou que pretende aprender mais sobre o tema antes de formular opiniões mais elaboradas.

Em determinado momento, Erika Hilton levantou a possibilidade de uma futura candidatura de Nicole. A ex-panicat, no entanto, descartou a ideia e revelou preocupação com a segurança de figuras públicas.

Nicole declarou ter receio da violência associada ao ambiente político e citou o assassinato da vereadora Marielle Franco como uma das razões para sua preocupação. Ela também comentou sobre a necessidade de proteção constante para quem atua na vida pública e criticou ataques contra pessoas que buscam contribuir com a sociedade.

Erika Hilton afirmou compreender o sentimento da convidada, mas destacou a importância da permanência de lideranças e representantes na política brasileira.

Marielle Franco foi eleita vereadora do Rio de Janeiro em 2016 e ganhou destaque pela atuação em defesa dos direitos humanos. Ela foi assassinada em março de 2018, no centro da capital fluminense, junto com o motorista Anderson Gomes.

No fim de fevereiro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou por unanimidade o ex-deputado Chiquinho Brazão e seu irmão, Domingos Brazão, apontados como mandantes do crime. O caso segue como um dos episódios mais marcantes da história política recente do país.

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